Conforme um Provedor de Internet (ISP) cresce e amadurece sua operação, a segurança e a resiliência da infraestrutura passam a exigir tanta atenção quanto a entrega de banda. Em muitas redes que utilizam topologias tradicionais ou simplificadas, é comum ver o tráfego de clientes residenciais, links dedicados corporativos, redes de gerência e conexões de trânsito
Infraestrutura de Elite: Como Desenhar o Transporte do seu ISP com MPLS, VPLS e EVPN em Roteadores Huawei
Conforme um Provedor de Internet (ISPs) expande geograficamente, a arquitetura da rede interna torna-se tão crítica quanto a qualidade do link de internet que chega até a borda. Quando a rede cresce e passa a contar com múltiplos Pontos de Presença (POPs) interconectados por anéis de fibra óptica ou rádios de alta capacidade, depender exclusivamente
Reduza : Como Ativar a Interoperabilidade na OLT Huawei e Aceitar ONUs de Qualquer Marca
Migrar a rede de acesso FTTH para uma OLT Huawei é o sonho de consumo de dez entre dez provedores de internet (ISPs) que buscam estabilidade de nível de operadora e alta densidade de portas. Porém, logo no início do planejamento, surge um dos maiores temores financeiros dos donos de provedores: “Vou precisar trocar todas
Gigantes da Fibra: Como a Migração para OLTs Huawei EA5800 / MA5800 Impulsiona a Expansão do seu ISP
Para um Provedor de Internet (ISP), o início da construção de uma rede FTTH (Fiber-to-the-Home) costuma ser feito utilizando OLTs (Optical Line Terminals) independentes de pequeno porte, geralmente caixas de 4, 8 ou 16 portas GPON. Elas cumprem muito bem o seu papel no começo da operação, permitindo iluminar os primeiros bairros com um investimento
Sincronia Perfeita: Como Integrar o Radius do BNG Huawei com seu ERP (IXC, MK, ) para Automação Total
Quando um provedor de internet (ISP) atinge um patamar elevado de assinantes, a automação deixa de ser uma conveniência e se torna o pilar central da sobrevivência do negócio. Fazer ativações de planos de forma manual, aplicar regras de bloqueio por inadimplência uma a uma ou gerenciar a entrega de faixas de IP de forma
Fim da Fragmentação: Por que Trocar Vários Concentradores Mikrotik por um Único BNG Huawei
Quando um provedor de internet (ISP) está em sua fase inicial, utilizar roteadores Mikrotik CCR como concentradores PPPoE é uma escolha lógica e extremamente eficiente. O RouterOS lida bem com as primeiras centenas de conexões e simplifica a operação básica. Porém, o cenário muda drasticamente quando o provedor rompe a barreira dos 5.000 ou 10.000
Fim dos Travamentos: Como o CGNAT por Hardware da Huawei Salva a Performance do seu ISP
Quem gerencia um Provedor de Internet (ISP) e enfrenta o esgotamento de blocos IPv4 sabe que o CGNAT (Carrier-Grade NAT) é uma ferramenta de sobrevivência obrigatória. Compartilhar um único IP público entre vários assinantes é a única forma de continuar ativando novos clientes sem gastar uma fortuna no mercado de compra e venda de IPs.
O Próximo Nível do seu ISP: Como Migrar a Borda e Core IP de Mikrotik para Huawei
Para os provedores de internet (ISPs) regionais, a linha de roteadores Mikrotik CCR (Cloud Core Router) costuma ser a porta de entrada para o mundo do roteamento dinâmico. Elas são ferramentas fantásticas, versáteis e com excelente custo-benefício para quem está começando a fechar sessões BGP, configurar OSPF e gerenciar os primeiros milhares de assinantes. No
Conexão sem Limites: Por que a Transição para o IPv6 Nativo é Urgente para o seu ISP
Se você gerencia um Provedor de Internet (ISP), já deve estar enfrentando na pele um dos maiores gargalos da internet moderna: o esgotamento definitivo dos blocos de endereços IPv4. Conseguir novos blocos de IPv4 públicos junto ao Registro.br tornou-se uma tarefa quase impossível e extremamente cara no mercado de compra e venda de IPs. Para
O Atalho para o Crescimento: Como as Redes Neutras Permitem expandir seu ISP sem Passar Fibra do Zero
Para um Provedor de Internet (ISP) regional, o desejo de expandir para novas cidades ou bairros vizinhos costuma esbarrar em um grande obstáculo financeiro: o alto custo de infraestrutura. Lançar quilômetros de fibra óptica do zero, comprar novas OLTs, pagar taxas de projetos de postes para concessionárias e contratar mais equipes de campo exige um